Nossahistória

A Fiamma nasceu de uma pergunta do fundador, José da Silva: por que o forno não pode ser o centro da casa?
José da Silva voltou de uma temporada na Itália com a massa na cabeça e pouco dinheiro no bolso. Montou o forno com tijolos refratários em um sábado, com a ajuda da família, e abriu com seis mesas emprestadas.
Em um ano a fila dobrava a calçada. Chegou uma confeiteira para cuidar das sobremesas, uma receita de moqueca de família entrou no cardápio e ficou até hoje, e a brasa de carvalho entrou para a cozinha. A casa cresceu para quarenta lugares sem mudar de ideia: poucos ingredientes, bem tratados, na mesa certa.
Dez anos de fogo
Seis mesas e um forno
O primeiro jantar serviu 22 pizzas. O fundador ainda guarda a comanda na parede da cozinha.
A brasa entra na casa
Chega a grelha de carvalho e o primeiro corte maturado. A costela de 12 horas estreia no cardápio.
Pedido pelo WhatsApp
Em plena pandemia, o cardápio digital virou a porta da frente. Hoje é responsável por um terço das vendas.
Reforma do salão
Mesas novas, bar de madeira e a cozinha aberta para quem quiser ver o fogo trabalhar.
Três regras de casa
Ingrediente primeiro
Tomate de produtor, carne maturada na casa e queijo de quem a gente conhece. Se não for bom cru, não entra.
Tempo é tempero
Massa de 72 horas, costela de 12, molho de 4. Nada aqui é feito às pressas para caber na fila.
Mesa é encontro
Ninguém olha o relógio. O salão é feito para conversar alto, rir e pedir mais uma rodada.

Quem cozinha
O fundador comanda o forno, a confeiteira fecha a noite com as sobremesas e o chef de brasa aprendeu o ponto da carne com o pai, no Sul do país. São onze pessoas na cozinha, quase todas há mais de cinco anos na casa.
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